5. Os argumentos contra o Sínodo

26/09/2019

Um cavalo de Troia amazônico!

O Sínodo é acusado de ser algo parecido a um "cavalo de Troia" para trazer dentro da Igreja perigos mortais. Esses perigos seriam o fim do celibato para os padres, até o sacerdócio para as mulheres, e a adoção de princípios antropológicos e religiosos não cristãos ligados às tradições indígenas.

Esses perigos estariam de alguma forma reconhecíveis em trechos do Instrumentum Laboris do Sínodo recentemente completado após um articulado processo de pré-Sínodo que envolveu as diversas realidades da Igreja presente na região da Pan-Amazônia que inclui além do Brasil várias outras nações da América Latina.

Além do Instrumentum Laboris, também numerosos momentos de celebração que marcaram o processo pré-sinodal, foram taxados de mostrar de forma explícita heresias que depois seriam introduzidas na Igreja através do Sínodo. Em particular momentos durante os quais alguns rituais religiosos dos índios teriam sido de alguma forma abraçados e ratificados pelos representantes da Igreja Católica.

Quem acusa o Sínodo afirma que todo o processo pré-sinodal foi articulado e realizado por organismos e pessoas ligados à chamada "Teologia da Libertação" e a outras forças político-sociais de "esquerda", e isto de forma premeditada, em obediência a uma conspiração global que visa destruir a Igreja Católica.